| |
 
    

|
 |
“No campo da crítica literária militante para fora dos muros
universitários, à parte o autor destas linhas, parece ter surgido
apenas uma vocação forte [no Rio Grande do Sul], Marcelo Backes.” LUÍS AUGUSTO FISCHER
(Revista VOX
XXI, Dezembro de 2000). |
| |
“Backes é um crítico na acepção ôntica
da palavra, aquele que didaticamente ajuda o leitor a separar o
verdadeiro escritor (que tem um compromisso com a verdade, a indagação
e a busca do porquê o homem é o que é) do falso profeta. [...] Backes não é um alienado como tantos que conheci na vida, que sabem tudo
sobre o que se passa na Europa e nada do que acontece no Brasil.
O ponto alto do seu livro é, aliás, a visão brasileira da literatura
alemã [...] ele é muito brasileiro e conhece como poucos a nossa
literatura.” FAUSTO WOLFF
(O Pasquim, 14.02.2004) |
| |
“Raríssimas carreiras literárias têm a consistente coerência que Marcelo Backes imprime a sua . Por favor , não confunda coerência com repetição . Digo isso porque Backes tem tudo a seu dispor para ser mais um doutor , ou melhor , ele é um doutor . Mas diferente da grande maioria dos seus colegas , não é um doutor especialista . Se você , desconfiado leitor , associar especialista a acomodado , monotemático, não se condene, pois ‘é por aí '.”
LUÍZ HORÁCIO
( Jornal Rascunho , Julho de 2007)
“Marcelo Backes é um gaúcho da fronteira , alemãozão de quase 1,90m, índio grosso barbaridade , capaz de arrombar a patadas vetustas portas européias, de desrespeitar instituições e contar piadas pesadas , daquelas que antigamente faziam as moças corar . Marcelo Backes é um sujeito culto e refinadíssimo, escritor , professor universitário , tradutor, um conhecedor de artes plásticas obcecado por Kokoschka (...)”
RUBEM MAURO MACHADO
( Site da Associação Brasileira de Imprensa , Agosto de 2007) |
| |
“O crítico e escritor Marcelo Backes é um entusiasta do aforismo, estudioso e praticante, tanto sob o ponto de vista estritamente literário como na sua relação particular com afetos e desafetos.”
TAILOR DINIZ
( Revista Aplauso , 74, Maio de 2006). |
| |
“O crítico gaúcho Marcelo
Backes leva à prática aquilo que, em textos invariavelmente
polêmicos, reprova na indigente crítica literária brasileira e no
compadrio entre autores que, a cada lançamento, elogiam-se mutuamente
num circulo vicioso nocivo à literatura. Backes
não vai a sessões de autógrafos, mesmo dos amigos mais chegados,
nem escreve orelhas. Entende que esse é o ponto de partida para
exercer com independência e isenção o árduo, muitas vezes incompreendido
ofício da crítica.”
TAILOR DINIZ
(Revista Aplauso,
no. 53/2004). |
| |
“O estilo cortante do escritor Marcelo Backes enxerga a literatura como uma espécie de vidraça entre a consciência de quem a pratica e o mundo que a provoca. [...] Backes (irresistível o trocadilho) é um profundo baque e uma saudável lufada de ar fresco na contaminada atmosfera de bom-mocismo gratuito.”
PAULO BENTANCUR
( Revista Cult, 104 , Julho de 2006 ) |
| |
“Backes transita com desenvoltura ora na ficção (por vezes tangenciando a crônica de costumes e a sátira política) ora na poesia (máximas, dísticos, aforismos) e na crítica (anotações sobre o exercício crítico, fábulas comentadas etc.), e é sempre pela via do humor e da ironia que alicerça seu universo mental.”
ANDRÉ SEFFRIN
( Revista EntreLivros Ano I/11 , Março de 2006 ) |
| |
“Backes não perde seu tempo falando do que não presta. Fala do que nos interessa (vida pública e privada, autores e obras, reminiscências que transcendam a contingência biográfica do autor e espelhem a gênese de uma formação, uma ética e uma estética), sempre pondo o dedo na moleira. Isto é,sem dar mole, nunca.”
PAULO BENTANCUR
( O Estado de São Paulo , Caderno 2, 4.6.2006, p. D5 ) |
| |
“Marcelo — conforme diz Posidônio — significa o mesmo
que martialis ou guerreiro. E ele possuía grande experiência
na peleja, uma força física excepcional, um punho bravoroso e uma
tendência natural às coisas da guerra. Por isso ele sempre revelou
algo selvagem e intempestuoso nas batalhas, ao passo em que de resto
sua conduta jamais deixou de se mostrar assaz humilde e humana.
Ele também amava a arte clássica e as ciências, a ponto de considerar
e admirar aqueles que nelas se destacaram; mas suas diversas incumbências
jamais permitiram que ele mesmo se ocupasse delas tanto quanto talvez
desejasse. [...] Se Marcelo nunca se mostrou, fosse qual
fosse a disputa, indeciso ou despreparado, sempre logrou se superar
no duelo, e não recusou jamais um desafio, vencendo a todos que
o desafiaram.”
PLUTARCO
(em Vitae) |
| |
“Marcelo Backes na crítica literária e
Claudia Tajes na ficção são dois dos melhores exemplos da vitalidade
das letras gaúchas neste alvorecer de milênio.”
EDUARDO LANIUS
(Jornal do Comércio, 10.11.2003) |
| |
“Quem,
como Marcelo Backes, opta pelo exercício
de uma profissão anacrônica, opta pela marginalidade
e nada à contracorrente. Mas onde a sociedade gravita cada
vez mais em torno da banalidade, do vácuo, da ausência
de idéias publicáveis e da perceptível presença
de idéias e planos impublicáveis – e o resultado
das eleições locais de ontem [à prefeitura
de Porto Alegre] comprova isso de modo eloqüente –, a
marginalidade passa a ser um lugar privilegiado. [...] Ele não
esconde o jogo e não participa de jogos com cartas marcadas.
/ Marcelo exerce a crítica literária
por gostar de literatura. É um amante da literatura. À
maneira dos críticos clássicos, ele é também
um amador. Fosse ele profissional, interessar-se-ia apenas pelos
assim chamados aspectos internos das obras analisadas. Mas ele relaciona
os textos com os seus contextos e opera, como se vê à
primeira vista, com um conceito amplo, inclusivo de literatura.
Eis um inequívoco sinal de amadorismo. Profissionais procedem
diferentemente, atêm-se aos dois centímetros quadrados
que lhes foram assinalados pelos seus mandantes e guias de cabeça.
Como já vêm de cabeça feita, não é
de se esperar que façam a cabeça de quem quer que
seja. / [...] Marcelo Backes traduz porque lê
e gosta de literatura. É um diletante, no sentido que esse
termo tinha antes de adquirir a sua acepção pejorativa,
hoje dominante. Confirma uma afirmação de Gabriel
García Márquez, Traducir es la forma más profunda
de leer. Essa atitude de tradutor é cada vez mais rara, e
não há como sobrestimá-la.”
PETER NAUMANN
(Trecho de
palestra em mesa-redonda da 50ª. Feira do Livro de Porto Alegre,
1.11.2004) |
| |
“Backes é a mais grata revelação em tradução
dos anos recentes. Já verteu cerca de 20 títulos de
clássicos da língua de Kafka (inclusive este) acompanhados
de notas críticas e introduções.”
???
(Zero Hora,
20.12.2004) |
| |
| sobre
a arte do combate |
| |
“É, sem
dúvida, o melhor livro sobre a literatura alemã que já li [...]”
FAUSTO WOLFF
(O Pasquim, 14.02.2004) |
| |
“A arte do combate
é um consistente e bem alinhado conjunto de chispas poéticas,
aforismos, epigramas, poesias, fábulas, cartas, excertos da nata
da literatura alemã a partir de Lutero, com comentários do autor,
a maioria deles na linha dos textos selecionados, que, embora carreguem
sistematicamente um tom entre o espirituoso e a ironia quase corrosiva,
não perdem o seu caráter didático. Num trabalho de fôlego e competência,
além de analisar a produção intelectual alemã desde sua formação,
cita autores e críticos que, à sua época, através de uma posição
firme, às vezes até agressiva, contribuíram para o surgimento de
uma literatura [a alemã] respeitada como a de hoje.”
TAILOR DINIZ
(Revista Aplauso,
no. 53/2004). |
| |
“A Arte do Combate traz muitas amostras
do que há de genial na tradição alemã do fragmento e da ironia.
Aproximando no mesmo volume os irmãos Grimm e Kafka, as “xênias”
de Goethe e os ditos de Brecht, os paradoxos de Karl Kraus, uma
sentença de Schnitzler e um aforismo de Nietzsche, o trabalho de Backes cintila de relações
inusitadas e pensamentos notáveis.”
MARCELO COELHO
(Folha de São Paulo, 20.12.2003) |
| |
“Com
as “chispas poéticas” alemãs que Marcelo
Backes apresenta em seu voluminoso livro A arte do
combate, desencadeia um espetáculo pirotécnico
textual – no melhor dos sentidos. A esses fogos de artifício
literários não só contribuem os textos escolhidos
como também as belíssimas traduções
e os ricos comentários sobre o respectivo autor e toda sua
obra. Marcelo Backes apresenta, dessa maneira,
oitenta autores da literatura em língua alemã, que
se espalham por um período que inicia com Lutero e acaba
com Brecht.”
JOACHIM MICHAEL
Margem
esquerda, no. 4 (2004-2005) |
| |
“Marcelo Backes exibe a faca amolada da
literatura. [...] A abordagem é inusitada. A obra é uma espécie
de manual que parte de gêneros muito específicos: a fábula, o provérbio,
o aforismo e o epigrama (poemas curtos e, ao mesmo tempo, cortantes).”
HAROLDO CERAVOLO SEREZA
(Estado de São Paulo, 9.11.2003) |
| |
“Em A arte do combate, Marcelo Backes discute, num viés polêmico, a ausência de crítica literária
no Brasil. Vale um debate em campo aberto, e a hora é propícia.
Mas o livro é outra coisa, desde o subtítulo: “a literatura alemã
em cento e poucas chispas poéticas e outros tantos comentários”. Backes traçou um painel da literatura alemã, dos primórdios à atualidade,
algo tão extenso que entre nós só encontra similar no livro canônico
de Otto Maria Carpeaux, A
literatura alemã, de 1964.”
ANDRÉ SEFFRIN
(O Pasquim, 8.11.2003) |
| |
“Uma boa
leitura de verão, oásis, descanso à beira do caminho...”
VICENTE SEREJO
(Jornal de Hoje, Natal, 28.12.2003) |
| |
| |
|