Celular - treze histórias à maneira antiga de Ingo Schulze, pela Editora CosacNaify (2008).
Tradução e posfácio.


Autor apresentado por Marcelo Backes à editora CosacNaify e logo em seguida resenhado em todos os jornais e revistas brasileiros, tornando-se, de quebra, um dos grandes sucessos da FLIP 2008.

Uma opinião exemplar:
"a tradução de Marcelo Backes é impecável, tanto e a tal ponto que torna-se imperceptível ao leitor brasileiro o fato de estar lendo uma tradução."
CARLA RODRIGUES (Blog Contemporânea, 15 de julho de 2008)



Crônica de uma vida de mulher de Arthur Schnitzler, pela Editora Record (2008).
Organização, tradução, prefácio e glossário.


Obra apresentada por Marcelo Backes à editora Record, organizada por ele, e em seguida resenhada e elogiada em todos os jornais e revistas brasileiros (seis páginas na revista Bravo!, matéria alentada na Ilustrada e indicação entre os Dez Mais da Folha de S. Paulo, coluna de José Castello em O Globo) e contemplada como um dos grandes lançamentos de 2008 em várias listas de final de ano. O sucesso foi tanto que levou Backes a traduzir o outro romance de Schnitzler: Der Weg ins Freie.

Duas opiniões exemplares:
"Crônica de uma vida de mulher chega ao leitor brasileiro em tradução de Marcelo Backes, que transmuta para o português, como por magia, as melodias, as articulações e a atmosfera tão peculiares do sofisticado estilo de um dos maiores prosadores alemães de seu tempo."
LUIS KRAUSZ (Carta Capital, 1. de outubro de 2008)

"Crônica de uma vida de mulher é um belo retrato da solidão feminina, uma solidão ambivalente, à solta num mundo social novo, mas ainda respirando cacos do imaginário e da fantasia de um velho tempo."
CRISTOVÃO TEZZA (O Estado de S. Paulo)

Em matéria de capa do caderno Idéias do Jornal do Brasil (18.10.2008), os psicanalistas Joel Birman, Eduardo Vidal e Renata Salgado debateram Crônica de uma vida de mulher em três sessões de análise. Vidal chega a comparar Therese Fabiani, a personagem central, à outra personagem feminina revolucionária do século XX: Molly Bloom, do Ulisses de Joyce. A matéria de Alexandre Werneck foi acompanhada de uma entrevista com Marcelo Backes.




Nas peles da cebola de Günter Grass, pela Editora Record (2007). Tradução, posfácio e glossário.

"A edição vale pela excelente tradução de Marcelo Backes - que já traduziu Heine, Schnitzler, Kafka e Brecht para o português -, seu pósfacio que conta as dificuldades de adaptar um texto alemão (ainda mais um texto de Grass) para o público brasileiro e um glossário muito bem organizado."
JEAN-PHILIP ALBERT STRUCK (Site Canaca)



A ideologia alemã de Karl Marx e Friedrich Engels, pela Editora Civilização Brasileira (2007).
Organização, tradução, prefácio e notas.


"É um dos grandes lançamentos do ano."
EULER DE FRANÇA BELÉM (Jornal Opção, 21 de outubro de 2007)

A "Nota à tradução" do volume, escrita por Marcelo Backes, foi adotada na disciplina "Panorama Teórico da Tradução" da USP.

A obra foi adotada como leitura indicada para a Seleção de Mestrado do curso de Sociologia na Universidade Federal do Rio Grande so Sul.






O processo de Franz Kafka, pela Editora L&PM (2006).
EDIÇÃO COMENTADA pelo tradutor.


¤ A metamorfose seguida de "O veredicto" de Franz Kafka, pela Editora L&PM (2001).
EDIÇÃO COMENTADA pelo tradutor.
Trecho


Carta ao pai de Franz Kafka, pela Editora L&PM (2004).
EDIÇÃO COMENTADA pelo tradutor.
Trecho





Os bandoleiros de Schiller pela Editora L&PM (2001).
EDIÇÃO COMENTADA pelo tradutor.


¤ Aurora de Arthur Schnitzler, pela Boitempo Editorial (2001).
Além de traduzir, Marcelo Backes prefaciou a obra.
Trecho


☼ A sagrada família de Karl Marx e Friedrich Engels pela Boitempo Editorial (2003). Além de traduzir, Backes fez notas críticas à obra.
Trecho





Ecce homo de Friedrich Nietzsche, pela L&PM (2002).
EDIÇÃO COMENTADA.



O médico das termas de Arthur Schnitzler, pela Editora Record (2009), no prelo.
O sucesso de Crônica de uma vida de mulher deu origem a mais este clássico na Coleção Grandes Traduções. Além de traduzir, Marcelo Backes prefaciou e organizou a obra.





A senhora Beate e seu filho de Arthur Schnitzler, pela Editora L&PM (2001).
Além de traduzir, Marcelo Backes prefaciou a obra.



Emília Galotti e Minna von Barnhelm, duas peças de G. E. Lessing pela Editora Mercado Aberto (1999).
Tradução, organização, prefácio e notas.
A OBRA foi contemplada com o Prêmio Açorianos de Literatura – categoria Tradução – de 2000.


Noites Florentinas de Heinrich Heine pela Editora Mercado Aberto (1998) – Tradução, organização, prefácio e notas. A OBRA foi contemplada com o Prêmio Açorianos de Literatura (o maior do RS) – Categoria Tradução – de 1999.

Histórias do Senhor Keuner de Bertolt Brecht pela Editora da Secretaria Municipal da Cultura de Porto Alegre (1998) – Tradução, prefácio e notas.

Memórias e Confissões de Heinrich Heine, pela Editora L&PM. EDIÇÃO COMENTADA pelo tradutor (no prelo).


Os sofrimentos do jovem Werther de Goethe, pela Editora L&PM (2001).
EDIÇÃO COMENTADA pelo tradutor.
Trecho


☼ Das memórias do Senhor de Schnabelewopski de Heinrich Heine, pela Boitempo Editorial (2001).
Trecho




O charuto apagado de Churchill de Thomas Brussig, pela Editora L&PM (2001).
Tradução, glossário, posfácio e notas.
Trecho





A mulher do meio-dia de Julia Franck, pela Editora Nova Fronteira (2008).